Uma voz interna menos cruel
Identificamos a autocrítica que virou hábito e construímos, no lugar dela, um jeito mais justo de falar consigo mesma.
Especialidade
Existe uma diferença entre não gostar do que você vê no espelho e não confiar em quem você é. A segunda dói mais, e é dela que a terapia cuida.
Autoestima baixa raramente chega anunciada. Ela aparece nas escolhas pequenas, no jeito de falar de si e naquilo que você aceita calada.
Reconhecer-se em algumas dessas frases não é diagnóstico. É só um bom motivo para conversar.
O processo
Autoestima não se conquista com frases motivacionais. Ela se reconstrói na prática, sessão a sessão, junto com a compreensão de onde a insegurança nasceu.
Identificamos a autocrítica que virou hábito e construímos, no lugar dela, um jeito mais justo de falar consigo mesma.
Decisões que partem do que você quer e valoriza, e não do medo de decepcionar ou de perder a aprovação de alguém.
Passar a enxergar suas conquistas como suas, sem atribuir tudo à sorte, ao acaso ou à ajuda dos outros.
Dizer não e sustentar esse não sem passar os dias seguintes se explicando ou se sentindo má pessoa.
Por que esse tema é meu
Passei anos vivendo inseguranças, perfeccionismo e culpa, silenciando minha própria história para não incomodar ninguém. Sei exatamente como é sorrir por fora e se sentir pequena por dentro.
Por isso não trabalho com fórmulas prontas nem com positividade forçada. A gente vai organizar a bagunça emocional, entender de onde vem essa cobrança e reconstruir, com calma, uma relação em que você não precise se provar o tempo todo para merecer respeito.
Dúvidas frequentes
Esses temas quase nunca vêm sozinhos. Se outro deles também fala com você, vale conhecer.
Me conte um pouco do que você está vivendo. Eu respondo pessoalmente, com cuidado, e a gente combina a primeira conversa no seu tempo.